
se carregar aqui vê a imagem em grande e até lhe pode ler o nome.
Está a decorrer no ministério do Ambiente, do Ordenamento do território e do Desenvolvimento Regional, o procedimento de Impacte Ambiental do Projecto da ligação da A6 – A23.
A avaliação de Impacte Ambiental é um instrumento preventivo fundamental da política do Ambiente e do ordenamento do território, de forma a promover o desenvolvimento sustentável, pela gestão equilibrada dos recursos naturais e protecção da qualidade do ambiente.
A consulta pública tem como objectivo alargar a participação das entidades e cidadãos interessados na apreciação do projecto, antes de ser licenciado.
Este projecto localiza-se nos concelhos de Castelo Branco, Mação, Nisa, Crato, Castelo de Vide, Portalegre, Fronteira, Monforte, Sousel e Estremoz.
Deste modo, o estudo de Impacte Ambiental encontra-se disponível para Consulta Pública até ao dia 2 de Junho, nas Câmaras Municipais.
No âmbito do processo de consulta pública, vão ser consideradas e avaliadas, todas as exposições apresentadas por escrito, e dirigidas ao Director-Geral da Agência Portuguesa do Ambiente.
O licenciamento do projecto só poderá ser concedido após a declaração de impacte ambiental Favorável ou Condicionalmente Favorável, emitida pelo Secretário de Estado do Ambiente, até ao dia 18 de Setembro de 2009.
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clique aqui ou aqui (UMA VEZ) para fazer uma consulta ao projecto.
![[Castelo+de+Vide+no+Coração+gif.gif]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXyUtWGuoG_y1r-wZSWvYu7Gy5byMsz2MAEVcP_Hactg9I7GtxEgKtxhWTRzi4Cjkvg8ftWGC229dlMDSLa79k4w-k_sx9mSZam03-onhcrS8JdZCcHbpStGYJiJz_1cJGKtZkhFjrbGY/s1600/Castelo+de+Vide+no+Cora%C3%A7%C3%A3o+gif.gif)


Cidadãos de Castelo de Vide e Póvoa e Meadas,

Ora mesmo a propósito das quatro antestreias do tão rodado e falado “último Condenado à Morte” e a qual uma delas eu assisti, creio ter fruido de um bom trabalho se é que as minhas inexperientes faculdades o permitem. Destaco: Ivo Canelas encantoramente entregue a Francisco; Maria João Bastos bem fiel ao estilo a que nos vem habituando levando-nos a ver apenas diferença da cor de cabelo entre Ann (Equador) e Adelaide; Nicolau Breyner e Carolino Tapadejo provando a versatilidade de grandes actores (!); Albano Jerónimo imbuído no âmago de uma postura incrivelmente sedutora; João Cabral embora em drama, muito ao género dos Batanetes, entre outros.Lisboa, 15 Mai (Lusa)
O filme "O último condenado à morte", de Francisco Manso, antestreia no sábado em Castelo de Vide, onde foi rodado, e será antecedido de um debate com os actores, o realizador e o ministro da Justiça, Alberto Costa.
O filme, que só estreia nos cinemas no dia 28, conta a história verídica de Francisco de Mattos Lobo, um dos últimos condenados à forca em Portugal, em 1842, por ter cometido um violento crime passional.
O debate em Castelo de Vide contará com a presença do ministro da Justiça, uma vez que o filme tem como pano de fundo a questão de Portugal ter sido um dos primeiros países a abolir a pena de morte, decretada em 1867, vinte anos depois da morte de Mattos Lobo.
"O último condenado à morte", com argumento de António Torrado a partir de uma história verídica, tem como protagonista o actor Ivo Canelas no papel de Francisco de Mattos Lobo, jovem seminarista que se apaixona por Adelaide (Maria João Bastos), francesa que tinha casado com o seu tio e que regressa a Portugal depois de ter ficado viúva.
Possuído pelo ciúme perante a beleza da tia que desperta paixões, Francisco de Mattos Lobo matou Adelaide, os dois filhos dela e uma criada, e foi condenado à forca a 16 de Abril de 1842.
Nicolau Breyner, Albano Jerónimo, João Lagarto, Ângelo Torres e João Cabral são outros actores que integram esta produção.
O filme teve co-produção do Brasil e da Suécia e contou com o apoio da RTP e do Instituto do Cinema e Audiovisual.
"O último condenado à morte" acompanha a vida de Francisco de Mattos Lobo, natural de Amieira do Tejo, desde os tempos no seminário, onde estudava para ser padre, até à morte por enforcamento, num contexto histórico de guerra civil entre absolutistas e liberais no início do século XIX.
Francisco Manso, 59 anos, explicou à agência Lusa que o que mais o fascinou nesta história real foi a natureza do crime cometido numa época da história de Portugal que é pouco abordada no cinema.
"O que pretendemos com o filme foi mostrar um caso de violência real que teve influência no futuro", referiu o realizador.
Partindo de um facto verídico, Francisco Manso romanceou uma história em torno de uma figura que teve um relacionamento doentio com um familiar e que cometeu "um crime terrível".
Sem querer tomar posição sobre a condenação de Francisco de Mattos Lobo, o realizador não quis deixar de sublinhar que o crime influenciou a opinião pública na época a discutir a questão da pena de morte.
Antes de "O último condenado à morte", Francisco Manso já tinha rodado um outro filme passado também no século XIX, "A ilha dos escravos", abordando a questão da escravatura.
Para o realizador, o cinema, além de entreter, serve ainda para descobrir o passado histórico e a identidade cultural de Portugal.
"Faz todo o sentido fazer coisas da história que nós temos", disse Francisco Manso.
"A mim interessa-me divulgar momentos, personagens ou biografias de pessoas que eu acho que são importantes, ou porque dignificaram a história portuguesa ou porque não a dignificaram, mas pelos actos que comemteram deram origem a que as coias mudassem ou se tentasse modificar coisas que iam no caminho errado. O cinema tem essa obrigação", sublinhou.
Francisco Manso estreará "O último condenado à morte" nos cinemas numa altura em que está a ultimar a longa-metragem "Assalto ao Santa Maria".
Este filme baseia-se no histórico assalto ao paquete Santa Maria, uma operação de denúncia dos regimes ditatoriais de Portugal e Espanha perpetrada em 1961 por 24 exilados políticos dos dois países, liderados pelos capitães Henrique Galvão e Jorge Sotomayor, com o apoio expresso do general Humberto Delgado.
SS.
expresso com Lusa/fim



imagens descaradamente roubadas do notícias de castelo de vide. (se houver espiga pelo uso, mandem-nos um email que a gente apaga, tá?)
![[nucleodefotografia.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgomUpinE756gtAPVyCQkuaWuNWXgrdM-oOWoGxvG8Ooka5BJTjifnp1PAo7w-mcYHkPXYV76x4VWiPQVMazszKR59vjL8RsrNDWw5ZsNp4yfhMSBMXTnULoOema18gXRMz6jEtQg1De09l/s1600/nucleodefotografia.jpg)
O Instituto Meteorologia (IM) indica hoje no seu site oito distritos registam risco muito elevado de incêndio, com especial incidência no Interior Norte e na área que compreende os Norte dos distritos de Santarém e Portalegre e o Sul de Castelo Branco.
O mapa no site do IM indica que há concelhos de oito distritos que correm risco muito elevado de incêndio – Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro.
Nestes distritos os concelhos que não correm risco muito elevado estão classificados como risco elevado, num índice que tem cinco níveis de risco de incêndio: do reduzido ao máximo.
Nesta altura, o site do IM indica que, às 12h, o risco muito elevado já se verifica no Sabugal, na Guarda, Abrantes, Sardoal, Mação, Chamusca e Coruche, no distrito de Santarém, e ainda em vários concelhos de Portalegre: Ponte de Sor, Gavião, Nisa, Castelo de Vide e Marvão.

Este parque é pequeno. Tinha uma única área relvada e plana, que poderia ser usada de inúmeras formas... e agora já não pode... para além de ter ficado tão feio, o nosso parque 25 de Abril...

Esta igreja é a Matriz. A sua construção teve início em 1789, no local onde existiria uma pequena capela, fundada em 1311 por Lourenço Pires e sua mulher. Concluí-se por volta de 1873. É um templo vastíssimo, porventura o maior do Alto Alentejo.
A igreja de Santa Maria da Devesa está situada no extremo Oeste da Praça D. Pedro V. O edifício orienta-se para Sul, serve-lhe de acesso um lanço de escadarias, deitando para um adro vedado por gradeamento de ferro, com pilastras de granito, o qual contorna todo o monumento pelo lado Sul.
Esta igreja é constituída por um conjunto de sete volumes: nave, capela-mor, transepto, duas torres sineiras e duas sacristias.
A nave é rectangular, todo o espaço interno está dividido em quatro tramos, separados por pilastras pintadas. O tecto é em abóbada de berço, também dividida em tramos por arcos torais. No primeiro tramo junto á entrada principal, ergue-se o coro, no sub-coro o tecto é em abóbada de arestas.
A capela-mor é rectangular, o tecto é em abóbada de berço que assenta sobre a cornija que é a continuação da nave e do transepto, nas paredes Este e Oeste, abre-se uma porta de acesso às sacristias. Na do lado Norte eleva-se o altar. Ao centro do qual rasga-se o vão de volta perfeita que contém a imagem de Jesus Crucificado. Está enquadrada entre quatro pilastras (duas de cada lado) pintadas, assentes sobre bases rectangulares e coroadas por capitéis decorados, onde assenta uma cornija que é a base de um frontão circular decorado e pintado em estilo barroco. O tecto é em abóbada de berço decorado.
A fachada principal é voltada a Sul e ladeada pelos corpos, de planta quadrada de duas torres sineiras, contendo cada uma quatro janelões de torres de volta perfeita, com sinos, separadas por pilastras formadas por blocos rectangulares de granito.
Ao centro abre-se a porta principal, o dintel é de granito decorado em estilo barroco, em arco abatido, coroado por cabeça de anjo com asas abertas, sobre uma pequena cornija. Ladeando a porta, erguem-se duas colunas de granito, de fuste canelado, que se eleva até à altura do dintel, onde termina com capitéis coríntios. Imediatamente acima da cornija abre-se uma porta com balaustrada de ferro. Todo este conjunto é coroado por uma espécie de brasão com decoração barroca.
informação daqui
O secretário-geral do PS enviou hoje um pedido formal de desculpa, por escrito, aos pais das crianças de uma escola de Castelo de Vide, em relação às quais foram captadas imagens utilizadas num tempo de antena do partido.
O pedido formal de desculpa de José Sócrates foi transmitido à Lusa pelo porta-voz do PS, Vitalino Canas.
"O secretário-geral do PS dirigiu já por escrito um pedido formal de desculpa aos pais das crianças involuntariamente abrangidas" pela recolha de imagens para um tempo de antena deste partido, declarou Vitalino Canas.
Além de melhorar a educação
Aplaudo, evidentemente, a JP Sá Couto, criadores do computador.O design, o nome e até o logotipo.
alguma coisa falhou, alguém falhou e espero, tal como os restantes pais, com quem estou 100% solidária, que rapidamente seja reposta a verdade e que os responsáveis assumam o que não correu bem.
Repito, é estranho e deixa-nos a pensar
terá sido o Partido Socialista que quis “camuflar as suas reais intenções apenas em Castelo de Vide?”
