recebido por correio electrónico. leitora devidamente identificada.
faz muita muita falta ou é mais um mamarracho?
alguém lhe perguntou se é seu desejo ver o cenário secular alterado com uma estrutura metálica que de uso há-de ter o que tiver mas de aspecto, de estética, parece uma escada de emergência, como quem diz, vamos lá abreviar o caminho de quem se quer ir daqui embora.
a ideia da vilazinha medieval não é percorrer as ruinhas e os becos, olhar para os pormenores das portas ogivais e para as flores do jardim, descobrir nuances paisagísticas dignas de serem imortalizadas em fotografia e ficar com vontade de voltar mais e mais vezes?
porque a conversa de café não serve para nada e o processo ainda está em aberto, escreva a quem manda e diga-lhe o que acha.
como em castelo de vide o pessoal ainda não é muito amigo da transparência, só há um email, geral, disponível no sítio da câmara para entrar em contacto com o elenco - cm.castvide@mail.telepac.pt

imagem retirada daqui
enregelado até aos artelhos - à atenção da comissão instaladora do cine-teatro mouzinho da silveira
no entanto, a experiência sensorial desta noite tinha muito pouco a ver com a fita em cartaz. era bem mais apropriada para a visualização d0 blockbuster da disney "a era do gelo".
estamos assim tão mal que não haja dinheiro para ligar o aquecedor? será que ninguém se apercebe que quando as pessoas começam a levar termos pró cinema as acoisas estão mal?
vá lá, aumentem o preço dos bilhetes 50 cêntimos para pagar o combustível que não há-de ser por isso que lá vai (ainda) menos gente.
A propósito de Eleições
Estando ainda a fresco da lufada de ar que a América e o seu mais recente presidente fizeram correr, quanto mais não seja, pelas televisões de todo o mundo, ao mesmo tempo que antevejo o que o presente ano trará consigo: eleições na Sociedade Recreativa 1º de Dezembro, eleições na Câmara Municipal, e passando-me pela lembrança as que foram atribuladas eleições na Santa Casa, uma dia destes dei comigo às 2h da manhã, a beber uns goles de wiskhy barato e a escrever a seguinte quadra:Uma recessão defunta! Aos sôfregos que estejam distantes,
Que me enlutem, às ruas elegantes,
E me façam sorrir às montras dos ourives!
pregão
assim, convidamos todos a darem as suas opiniões e contribuições, seja via comentário ou por email. a identificação de cada um pode ser um anexim escolhido pelo próprio que não seja o seu nome real. assim, cada vez que alguém comenta ou escreve sabemos sempre quem é, apesar de não sabermos. porque o que nos interessa são as ideias, não a proveniência.
aquilo que aqui não queremos são comentários totalmente anónimos e gratuitos, com conteúdos semelhantes aos usuais num outro blogue associado à vila.
se querem ser malcriados, a vossa mãezinha que vos ature.
Notícias da "Padeiria" mais conhecida do Alentejo:

Todas e quaisquer palavras, ainda que entre aspas, não foram proferidas pela pessoa em questão. Pensamos nós! Lembra-se que este Blog visa apenas uma crítica social à Vila.
P.S- No entanto, confirma-se a viagem ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima!!!
Último Condenado à Morte

Há-de o Ivo Canelas comer a Soraia Chaves em mais um filme portuga…
Há-de o Albano Jerónimo mudar da RTP para a SIC…
Há-de o Nicolau Breyner ficar esclerozado …
E não havemos de ver o ÚLTIMO CONDENADO À MORTE!
dia de santo amaro
fotos daqui
Santo Amaro é um santo que viveu no século VI, nasceu em Roma de família senatorial, Amaro foi entregue aos cuidados de S. Bento, quando tinha apenas doze anos. Correspondeu tão bem à afeição e à solicitude do mestre, que foi em breve proposto como modelo aos outros religiosos. S. Gregório exoutou-o por se ter distinguido no amor da oração e do silêncio, e conta que, a exemplo de S. Pedro, foi recompensado da sua obediência caminhado sobre as águas. Foi o caso de um jovem chamado Plácido cair no açude de Subiano. S. Bento soube-o por revelação e, chamando Amaro, disse-lhe: “Irmão Amaro, vai depressa procurar Plácido, que está prestes a afogar-se”. Munido com a benção do mestre, o discípulo correu sobre a água a socorrer Plácido, a quem agarrou pelos cabelos e trouxe para a margem, não se apercebendo sequer Amaro de ter saído da terra firme. Quando deu pelo milagre, atribuiu-o aos méritos de S. Bento.
O curso da sua vida religiosa não desmentiu as promessas. Amaro cumpria tão bem o ideal monástico que todos passaram a considerar nele o perfeito herdeiro espíritual de S. Bento, o sucessor eventual dele. Segundo uma tradição, foi Amaro quem ficou a substituir S. Bento quando este se transferiu para Monte Cassino (Italia). E é-lhe aí atribuida ainda a implatação do instituto beneditino nas Gálias. Parece que veio a falecer pelo ano de 584.
texto daqui
roteiro de Castelo de Vide segundo a CP
Propomos uma viagem pelas planícies do norte alentejano com destino à admirável vila medieval de Castelo de Vide. A Linha do Leste liga a estação de Abrantes à estação de Elvas, mas terá de sair antes, na estação de Torre das Vargens. Aqui, apanha-se o Ramal de Cáceres que faz a ligação a Castelo de Vide.
Observe pela janela a paisagem de contrastes do Parque Natural da Serra de São Mamede, povoado por carvalhais, sobreiros, azinheiras e oliveiras. No flanco da colina encontra-se Castelo de Vide, a “Sintra do Alentejo”.
Ao começar o passeio por esta atmosfera medieval, a primeira surpresa é o castelo envolvido pelo casario branco que se destaca na paisagem verde. Mas a maior surpresa esconde-se dentro da vila.
Entre pela porta da vila, erguida em 1327, para este lugar de doce nostalgia. Descubra os vários monumentos do passado, os vestígios arqueológicos e as vielas encantadoras deste conjunto classificado como Monumento Nacional.
Passeie ao acaso por uma das mais bem preservadas judiarias do país, por entre ruas e ruelas estreitas, sinuosas, inclinadas e de calçada irregular. Desfrute das calçadas floridas das ruas da Fonte, do Mercado, do Arçario, do Mestre Jorge e da Rua Nova.
As casas caiadas são ornamentadas por bonitas portas medievais com pequenos postigos, que se encontram pelas ruas da Fortaleza e do Arrabalde. A maioria dos arcos em ogiva datam do século XIV e XV.
No número 15 da Rua de Santo Amaro situa-se a casa onde, a 1 de Julho de 1944, nasceu Salgueiro Maia, um dos homens que mais contribuiu para a queda da ditadura em Portugal.
Na Praça D. Pedro V alinham-se edifícios com espectaculares frontarias de granito, no centro encontra-se a estátua do monarca que dá nome à praça. Foi D. Pedro V que ao visitar Castelo de Vide, a 7 de Outubro de 1861, apelidou a vila de “Sintra do Alentejo”.
Na mesma praça, no extremo Oeste, encontra-se a Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa, datada de 1873, e considerada um dos maiores templos do Alentejo.
Foi em 1327, com a conclusão do castelo, que Vide passou a denominar-se Castelo de Vide.
A Fonte da Mealhada situa-se junto ao Parque 25 de Abril, tendo como cenário de fundo a Serra de S. Paulo. Das quatro bicas jorra a famosa água de Castelo de Vide, e reza a história que quem beber desta fonte, volta aqui para casar.
foto daqui
Cafétérias et Autres Choses de la Ville
Dando a volta à coxia…
Começo pelo Bar da Vila onde toda a vila entra e a simpatia para receber é pouca!
Segue-se o Sol Nascente, idolatrado pelos portalegrenses mas que os castelovidenses há muito esqueceram!
Mais à direita o Flamingo de gerência mudado e de limpezas arejado!
Ao cantinho o italiano deu lugar aos Doces e Companhia e se não fosse o terraço eu cá lá não ia!
Só já no Largo do Capitão Salgueiro Maia é que encontro a antiga Tasca do Ventura e actual Tasca da Maria!
Fazendo um desvio à coxia, depois de tentar sair da Cova Funda, bebo um bagaço do Galo Dourado e uma mini na pequena pastelaria. Porra! Que dura realidade a da rua de Santa Maria que nem ganas me dá de ir ao Benfica!
Meto-me na curva apertada, e tento entrar no Goivo para ir buscar o almoço.
O Sporting fica lá muito em cima e se não for já com os copos não arranjo alancos para subir a maldita rua, aaaaa não ser que me fique pelo Pisco!
O Tónho do Café Central agora tem lá Gambas cozidas, grelhadas e amêijoas à bulhão pato, mas eu não sou granfino é melhor ficar quieto, ainda assim não se tenham já acabado!
O Cantinho, coitadinho…
O Rogério, não é mau rapazinho mas ê nã sô maluque e fico à porta com o gatinho!
O Xalana é um men à maneira, o pior é q não há lugar e pa ir lá tenho que lhe estacionar à porta!
O Daniéle hoje ‘tá fechado, disse-me a Mari Jullha que foi de Excreçã!
Ali na Sintra do Alentejo, também não me apetece, já há muito que lá não entro!
Só se for ao São João mas ‘tão lá a frota toda do Severine…eeeh!
Desgostoso vou-me embora. Deixa! Paro no Martinho! Oh a bófia ‘tá a mandar parar, ai cum ca... já estou lixadinho!
por tierras rayanas
http://www.porterrasraianas.com/
há dois resultados visíveis deste programa de colaboração.
um sítio na internet com ar de ter sido feito pelos estagiários de um curso do centro de formação profissional com um link para os sítios das respectivas autarquias que participam no programa e este vídeo no youtube.
parece que estamos em 1985 quando ainda havia casas onde para mudar de canal se tinha de mudar a ficha na tomada. tentem não adormecer nos primeiros dois minutos que depois é que aparecem as gajas nuas.
reparem no estado de conservação das paredes do castelo.
reparem no atractivo que é uma data de calhaus em forma de lavatório cercados por erva daninha por todos os lados. aquilo é o quê? uma necrópole? ah, sim claro que sabia que era uma necrópole. eu quando vejo calhaus no meio do mato digo sempre "que grande necrópole que ali está!",
reparem na vida que as ruas completamente vazias transmitem.
a voz off, de um espanhol fumador de ducados, parece saída de um filmezinho série b e a cor é, no mínimo, pasmacenta.
este vídeo foi feito há um ano.
é assim que se aproveitam os fundos comunitários em castelo de vide.
cultura urbana em castelo de vide
Parkour (por vezes abreviado como PK) ou l'art du déplacement (em português: arte do deslocamento) é uma atividade com o princípio de se mover de um ponto para outro da maneira mais rápida e eficiente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar alguém a superar obstáculos que poderão ser qualquer coisa no ambiente circundante — desde ramo de árvores e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em ambas áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como Traceur e mulheres como Traceuses.
O Le Parkour foi fundado pelo francês David Belle.
apontamento cultural
fotos daqui



